Às vezes, as pessoas tomam um copo de veneno esperando que os outros morram. Temos todas as justificativas para não viver o nosso melhor. Temos os argumentos convincentes a nós mesmos como uma fuga do que, realmente, possamos viver para receber o troféu da felicidade. Quem sabe se as regras não são essas ou se existem mais uma infinidade de novas regras, porém, em todas elas não há conselhos para aproximação do mal ou afastamento da satisfação de nós mesmos com a vida. Este processo nos desafia. Desejemos viver os mínimos conselhos para uma máxima vida. Sejamos humildes com nós mesmos. Entendamos que a vida não é justa, mas ainda é boa, pensemos nisso. A vida é muito curta. Nosso trabalho não cuidará de nós quando ficarmos doentes. Nossos amigos e familiares cuidarão da gente. Permaneçamos em contato. Devemos entender que não temos que ganhar todas às vezes. Concordemos em discordar. Fazer as pazes com o passado é o principal ingrediente para ele não atrapalhar o presente. Se chorarmos é bom que deixemos as crianças ver que choramos, até porque o referencial de homens de pedra não são bem vindos a elas e os muros ruirão sem ter noção de que o coração mais frágil é mais forte que muros sem estrutura. Não comparemos nossa vida com a dos outros. Na verdade não temos idéia do que é a jornada deles. Comparar não é viver. Se nossos relacionamentos tiverem de ser um segredo, não deveríamos ter entrado nele. Quando abrimos a guarda para acrescentar é bom que nossa felicidade seja um cartão de visitas e não uma jóia presa em um cofre. Livremos de qualquer coisa que não seja útil, bonito ou alegre, até porque nunca é muito tarde para se ter uma infância feliz. Alias quem foi que disse que não somos mais crianças? Quando se trata do que amarmos na vida, não aceitemos um "não" como resposta e essa regra vale para nós e para quem direcionamos nosso amor. Ninguém mais é responsável pela nossa felicidade, somente nós mesmos. Para ser feliz é importante que perdoemos tudo de todos o tempo todo. Amargura é mortal. O que outras pessoas pensam da gente não é da nossa conta. Se forem equivocadas, as pessoas deverão ir atrás do lógico e esse lógico só nós temos a receita. Não importa quão boa ou ruim é uma situação, ela mudará, portanto não levemos muito a sério. Ninguém faz isso e com certeza provoca uma grande dor no estomago. Entendamos que Deus nos ama porque ele é Deus e não por causa de qualquer coisa que fizemos ou não fizemos. Quando uma mulher recebe a noticia de sua gravidez, ela vem recheada de enjôos, indisposições. Quando o tempo passa esse mesmo feto, agora em formação, começa a chutar a mãe, começa a incomodar o seu sono, começa a interferir até em sua postura e, por meses esses acontecimentos passa a mudar a rotina da futura mamãe. Quando a criança nasce , em questão de segundos a mamãe esquece tudo, toma esse ser no colo, esquece as dores, os chutes, os enjôos e , debaixo de lagrimas de prazer, chama esse ser de filho. As portas para o entendimento mais supremo da existência estão aqui. A vida não é tão complicada como entendamos que ela possa ser. Basta ser simples e receber dela o que nos faz crescer muito mais do que nossos pensamentos nos levem.
Jairo Martins é consultor de empresas. Especialista em gestão empresarial, gestão de pessoas, estratégia empresarial, marketing e qualidade. Conferencista motivacional e escritor.